10/06/2026 - Dia 161
total de 4 leituras para este dia
  • Deuteronômio 15

    1 Ao fim dos sete anos farás remissão.

    1 Ao fim dos sete anos farás remissão.
    2 Este, pois, é o modo da remissão: todo o credor remitirá o que emprestou ao seu próximo; não o exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do SENHOR é apregoada.
    3 Do estrangeiro o exigirás; mas o que tiveres em poder de teu irmão a tua mão o remitirá.
    4 Exceto quando não houver entre ti pobre algum; pois o SENHOR abundantemente te abençoará na terra que o SENHOR teu Deus te dará por herança, para possuí-la.
    5 Se somente ouvires diligentemente a voz do SENHOR teu Deus para cuidares em cumprir todos estes mandamentos que hoje te ordeno;
    6 Porque o SENHOR teu Deus te abençoará, como te tem falado; assim, emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás sobre muitas nações, mas elas não dominarão sobre ti.
    7 Quando entre ti houver algum pobre, de teus irmãos, em alguma das tuas portas, na terra que o SENHOR teu Deus te dá, não endurecerás o teu coração, nem fecharás a tua mão a teu irmão que for pobre;
    8 Antes lhe abrirás de todo a tua mão, e livremente lhe emprestarás o que lhe falta, quanto baste para a sua necessidade.
    9 Guarda-te, que não haja palavra perversa no teu coração, dizendo: Vai-se aproximando o sétimo ano, o ano da remissão; e que o teu olho seja maligno para com teu irmão pobre, e não lhe dês nada; e que ele clame contra ti ao SENHOR, e que haja em ti pecado.
    10 Livremente lhe darás, e que o teu coração não seja maligno, quando lhe deres; pois por esta causa te abençoará o SENHOR teu Deus em toda a tua obra, e em tudo o que puseres a tua mão.
    11 Pois nunca deixará de haver pobre na terra; pelo que te ordeno, dizendo: Livremente abrirás a tua mão para o teu irmão, para o teu necessitado, e para o teu pobre na tua terra.
    12 Quando teu irmão hebreu ou irmã hebréia se vender a ti, seis anos te servirá, mas no sétimo ano o deixarás ir livre.
    13 E, quando o deixares ir livre, não o despedirás vazio.
    14 Liberalmente o fornecerás do teu rebanho, e da tua eira, e do teu lagar; daquilo com que o SENHOR teu Deus te tiver abençoado lhe darás.
    15 E lembrar-te-ás de que foste servo na terra do Egito, e de que o SENHOR teu Deus te resgatou; portanto hoje te ordeno isso.
    16 Porém se ele te disser: Não sairei de ti; porquanto te amo a ti, e a tua casa, por estar bem contigo;
    17 Então tomarás uma sovela, e lhe furarás a orelha à porta, e teu servo será para sempre; e também assim farás à tua serva.
    18 Não seja duro aos teus olhos, quando despedi-lo liberto de ti; pois seis anos te serviu em equivalência ao dobro do salário do diarista; assim o SENHOR teu Deus te abençoará em tudo o que fizeres.
    19 Todo o primogênito que nascer das tuas vacas e das tuas ovelhas, o macho santificarás ao SENHOR teu Deus; com o primogênito do teu boi não trabalharás, nem tosquiarás o primogênito das tuas ovelhas.
    20 Perante o SENHOR teu Deus os comerás de ano em ano, no lugar que o SENHOR escolher, tu e a tua casa.
    21 Porém, havendo nele algum defeito, se for coxo, ou cego, ou tiver qualquer defeito, não o sacrificarás ao SENHOR teu Deus.
    22 Nas tuas portas o comerás; o imundo e o limpo o comerão também, como da corça ou do veado.
    23 Somente o seu sangue não comerás; sobre a terra o derramarás como água.

  • Salmos 102

    1 [Oração do aflito, vendo-se desfalecido, e derramando a sua queixa perante a face do SENHOR] SENHOR, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.

    1 [Oração do aflito, vendo-se desfalecido, e derramando a sua queixa perante a face do SENHOR] SENHOR, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor.
    2 Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angústia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa.
    3 Porque os meus dias se consomem como a fumaça, e os meus ossos ardem como lenha.
    4 O meu coração está ferido e seco como a erva, por isso me esqueço de comer o meu pão.
    5 Por causa da voz do meu gemido os meus ossos se apegam à minha pele.
    6 Sou semelhante ao pelicano no deserto; sou como um mocho nas solidões.
    7 Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.
    8 Os meus inimigos me afrontam todo o dia; os que se enfurecem contra mim têm jurado contra mim.
    9 Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lágrimas a minha bebida,
    10 Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremessaste.
    11 Os meus dias são como a sombra que declina, e como a erva me vou secando.
    12 Mas tu, SENHOR, permanecerás para sempre, a tua memória de geração em geração.
    13 Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres dela, o tempo determinado, já chegou.
    14 Porque os teus servos têm prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó.
    15 Então os gentios temerão o nome do SENHOR, e todos os reis da terra a tua glória.
    16 Quando o SENHOR edificar a Sião, aparecerá na sua glória.
    17 Ele atenderá à oração do desamparado, e não desprezará a sua oração.
    18 Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se criar louvará ao SENHOR.
    19 Pois olhou desde o alto do seu santuário, desde os céus o SENHOR contemplou a terra,
    20 Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados à morte;
    21 Para anunciarem o nome do SENHOR em Sião, e o seu louvor em Jerusalém,
    22 Quando os povos se ajuntarem, e os reinos, para servirem ao SENHOR.
    23 Abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias.
    24 Dizia eu: Meu Deus, não me leves no meio dos meus dias, os teus anos são por todas as gerações.
    25 Desde a antiguidade fundaste a terra, e os céus são obra das tuas mãos.
    26 Eles perecerão, mas tu permanecerás; todos eles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados.
    27 Porém tu és o mesmo, e os teus anos nunca terão fim.
    28 Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.

  • Isaías 42

    1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.

    1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu eleito, em quem se apraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele; ele trará justiça aos gentios.
    2 Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na praça.
    3 A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.
    4 Não faltará, nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.
    5 Assim diz Deus, o SENHOR, que criou os céus, e os estendeu, e espraiou a terra, e a tudo quanto produz; que dá a respiração ao povo que nela está, e o espírito aos que andam nela.
    6 Eu, o SENHOR, te chamei em justiça, e te tomarei pela mão, e te guardarei, e te darei por aliança do povo, e para luz dos gentios.
    7 Para abrir os olhos dos cegos, para tirar da prisão os presos, e do cárcere os que jazem em trevas.
    8 Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura.
    9 Eis que as primeiras coisas já se cumpriram, e as novas eu vos anuncio, e, antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.
    10 Cantai ao SENHOR um cântico novo, e o seu louvor desde a extremidade da terra; vós os que navegais pelo mar, e tudo quanto há nele; vós, ilhas, e seus habitantes.
    11 Alcem a voz o deserto e as suas cidades, com as aldeias que Quedar habita; exultem os que habitam nas rochas, e clamem do cume dos montes.
    12 Dêem a glória ao SENHOR, e anunciem o seu louvor nas ilhas.
    13 O SENHOR sairá como pode-roso, como homem de guerra despertará o zelo; clamará, e fará grande ruído, e prevalecerá contra seus inimigos.
    14 Por muito tempo me calei; estive em silêncio, e me contive; mas agora darei gritos como a que está de parto, e a todos os assolarei e juntamente devorarei.
    15 Os montes e outeiros tornarei em deserto, e toda a sua erva farei secar, e tornarei os rios em ilhas, e as lagoas secarei.
    16 E guiarei os cegos pelo caminho que nunca conheceram, fá-los-ei caminhar pelas veredas que não conheceram; tornarei as trevas em luz perante eles, e as coisas tortas farei direitas. Estas coisas lhes farei, e nunca os desampararei.
    17 Tornarão atrás e confundir-se-ão de vergonha os que confiam em imagens de escultura, e dizem às imagens de fundição: Vós sois nossos deuses.
    18 Surdos, ouvi, e vós, cegos, olhai, para que possais ver.
    19 Quem é cego, senão o meu servo, ou surdo como o meu mensageiro, a quem envio? E quem é cego como o que é perfeito, e cego como o servo do SENHOR?
    20 Tu vês muitas coisas, mas não as guardas; ainda que tenhas os ouvidos abertos, nada ouves.
    21 O SENHOR se agradava dele por amor da sua justiça; engrandeceu-o pela lei, e o fez glorioso.
    22 Mas este é um povo roubado e saqueado; todos estão enlaçados em cavernas, e escondidos em cárceres; são postos por presa, e ninguém há que os livre; por despojo, e ninguém diz: Restitui.
    23 Quem há entre vós que ouça isto, que atenda e ouça o que há de ser depois?
    24 Quem entregou a Jacó por despojo, e a Israel aos roubadores? Porventura não foi o SENHOR, aquele contra quem pecamos, e nos caminhos do qual não queriam andar, não dando ouvidos à sua lei?
    25 Por isso derramou sobre eles a indignação da sua ira, e a força da guerra, e lhes pôs labaredas em redor; porém nisso não atentaram; e os queimou, mas não puseram nisso o coração.

  • Apocalipse 12

    1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.

    1 E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.
    2 E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.
    3 E viu-se outro sinal no céu; e eis que era um grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas.
    4 E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho.
    5 E deu à luz um filho homem que há de reger todas as nações com vara de ferro; e o seu filho foi arrebatado para Deus e para o seu trono.
    6 E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.
    7 E houve batalha no céu; Miguel e os seus anjos batalhavam contra o dragão, e batalhavam o dragão e os seus anjos;
    8 Mas não prevaleceram, nem mais o seu lugar se achou nos céus.
    9 E foi precipitado o grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados com ele.
    10 E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante do nosso Deus os acusava de dia e de noite.
    11 E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.
    12 Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo.
    13 E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.
    14 E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.
    15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.
    16 E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.
    17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.
    18 E eu pus-me sobre a areia do mar.