A Mensagem da Cruz
Sobre os autores
Evangelista e hinista norte-americano (1873–1958). Em 1913, em Albion, Michigan, atravessando uma provação pessoal e meditando sobre Filipenses 3:10, escreveu letra e música de The Old Rugged Cross — na Harpa Cristã, o hino 291, A Mensagem da Cruz, também conhecido no Brasil como Rude Cruz.
Depois de apresentado numa grande convenção em Chicago, o hino se tornou um dos mais cantados do mundo evangélico.
Pastor presbiteriano brasileiro (1879–1969). É de sua autoria a versão de The Old Rugged Cross que a Harpa Cristã traz como hino 291, A Mensagem da Cruz — o hino já havia sido vertido ao português em 1924 pelo missionário Finis Alma Rhine Morgan, mas foi a versão de Almeida que entrou no hinário.
História
George Bennard (1873–1958) voltava de uma série de conferências evangelísticas em Michigan e Nova York, atravessando uma provação pessoal difícil, quando se pôs a refletir sobre o que Paulo quis dizer ao falar da "comunhão dos seus sofrimentos", em Filipenses 3:10. Concluiu que a cruz não era apenas um símbolo religioso, mas o próprio coração do evangelho.
"A inspiração veio a mim num dia de 1913, quando eu estava em Albion, Michigan", contou ele. "Comecei a escrever The Old Rugged Cross." Apresentado depois numa grande convenção em Chicago, o hino se espalhou pelo país e pelo mundo.
Chegou ao português em 1924, pela tradução do missionário norte-americano Finis Alma Rhine Morgan. A versão que a Harpa Cristã traz é do pastor presbiteriano Antônio Almeida (1879–1969), e no Brasil o hino também é conhecido como Rude Cruz.
O hino
Dela o dia fugiu,
Como emblema de vergonha e dor;
Mas contemplo esta cruz.
Porque nela Jesus
Deu a vida por mim, pecador.
Té morrer eu a vou proclamar;
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar.
O Cordeiro de Deus,
Ao Calvário humilhante baixou;
Essa cruz tem pra mim
Atrativos sem fim,
Porque nela Jesus me salvou.
Té morrer eu a vou proclamar;
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar.
E por mim já morreu,
Meu Jesus, para dar-me o perdão
E eu me alegro na cruz,
Dela vem graça e luz,
Para minha santificação.
Té morrer eu a vou proclamar;
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar.
A vergonha da cruz
Quero sempre levar e sofrer;
Cristo vem me buscar,
E com Ele, no lar,
Uma parte da glória hei de ter.
Té morrer eu a vou proclamar;
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar.