A Palavra de Deus é um Tesouro
Sobre os autores
Grant Colfax Tullar (5 de agosto de 1869 – 20 de maio de 1950) foi ministro metodista, compositor e hinista norte-americano. Converteu-se em 1888, num acampamento evangelístico, estudou na Hackettstown Academy, em Nova Jersey, e pastoreou em Dover, no Delaware.
Em 1893 fundou com Isaac Meredith a Tullar-Meredith Publishing Company, em Nova York, voltada à música de igreja e de escola dominical. Meredith também aparece na Harpa, sob as iniciais I.H.M.
Assina cinco hinos do hinário, entre eles o 118, Face a Face — cuja melodia nasceu de um pote de geleia numa casa pastoral, em 1898 — e o 484, Meus Pecados Levou.
O hinário grafa o nome como "Grant Golfax Tullar"; a forma correta é Colfax.
Nasceu em São Paulo, em 8 de outubro de 1901, filho dos imigrantes italianos João Batista Conde e Maria Rosa. Conheceu o evangelho na Congregação Cristã no Brasil e foi batizado em águas em 21 de abril de 1919, recebendo o batismo no Espírito Santo poucos meses depois. Ao mudar-se para o Rio de Janeiro, integrou-se à Assembleia de Deus de São Cristóvão, pastoreada pelo missionário Samuel Nyström.
Em 1937, trabalhando como intérprete, foi encontrado pelo missionário Nils Kastberg e convidado para a equipe de redação do jornal Mensageiro da Paz, da CPAD. Por mais de trinta anos escreveu e compôs, deixando obras como O Testemunho dos Séculos e a História das Assembleias de Deus no Brasil. Integrou a comissão de 1937 que preparou a primeira Harpa Cristã com letra e música.
Morreu em 5 de janeiro de 1971, no Rio de Janeiro. Assina 22 hinos do hinário.
O hino
Um tesouro sem igual em valor!
Fala do amor de Deus, do amor que não tem fim;
Mais precioso do que ouro é este amor!
O que a toma pela fé há de ser fiel,
Porque Deus nos concedeu o Emanuel,
Rocha viva donde mana leite e mel.
E alumia os que em trevas estão;
Lâmpada que nos faz ver os ardis de Satanás,
E que brilha mesmo na escuridão.
O que a toma pela fé há de ser fiel,
Porque Deus nos concedeu o Emanuel,
Rocha viva donde mana leite e mel.
E que mostra o porto da salvação;
Quem na arca já entrou
e do mundo se esqueceu,
Chegará por certo à eternal mansão.
O que a toma pela fé há de ser fiel,
Porque Deus nos concedeu o Emanuel,
Rocha viva donde mana leite e mel.