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Plano · Dia 252

Plano de Leitura do Congresso da Juventude Eslava

09/09/2026 · 1 leitura(s)
Pv 24-26
Pv 24-26
24 1Não tenhas inveja dos homens malignos, nem desejes estar com eles. 2Porque o seu coração medita a rapina, e os seus lábios falam a malícia. 3Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece; 4E pelo conhecimento se encherão as câmaras com todos os bens preciosos e agradáveis. 5O homem sábio é forte, e o homem de conhecimento consolida a força. 6Com conselhos prudentes tu farás a guerra; e há vitória na multidão dos conselheiros. 7A sabedoria é demasiadamente alta para o tolo, na porta não abrirá a sua boca. 8Àquele que cuida em fazer mal, chamá-lo-ão de pessoa danosa. 9O pensamento do tolo é pecado, e abominável aos homens é o escarnecedor. 10Se te mostrares fraco no dia da angústia, é que a tua força é pequena. 11Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; 12Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra? 13Come mel, meu filho, porque é bom; o favo de mel é doce ao teu paladar. 14Assim será para a tua alma o conhecimento da sabedoria; se a achares, haverá galardão para ti e não será cortada a tua esperança. 15Não armes ciladas contra a habitação do justo, ó ímpio, nem assoles o seu lugar de repouso, 16Porque sete vezes cairá o justo, e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal. 17Quando cair o teu inimigo, não te alegres, nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar; 18Para que, vendo-o o SENHOR, seja isso mau aos seus olhos, e desvie dele a sua ira. 19Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos ímpios, 20Porque o homem maligno não terá galardão, e a lâmpada dos ímpios se apagará. 21Teme ao SENHOR, filho meu, e ao rei, e não te ponhas com os que buscam mudanças, 22Porque de repente se levantará a sua destruição, e a ruína de ambos, quem o sabe? 23Também estes são provérbios dos sábios: Ter respeito a pessoas no julgamento não é bom. 24O que disser ao ímpio: Justo és, os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão. 25Mas para os que o repreenderem haverá delícias, e sobre eles virá a bênção do bem. 26Beijados serão os lábios do que responde com palavras retas. 27Prepara de fora a tua obra, e aparelha-a no campo, e então edifica a tua casa. 28Não sejas testemunha sem causa contra o teu próximo; e não enganes com os teus lábios. 29Não digas: Como ele me fez a mim, assim o farei eu a ele; pagarei a cada um segundo a sua obra. 30Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, 31Eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado. 32O que eu tenho visto, o guardarei no coração, e vendo-o recebi instrução. 33Um pouco a dormir, um pouco a cochilar; outro pouco deitado de mãos cruzadas, para dormir, 34Assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado.
25 1Também estes são provérbios de Salomão, os quais transcreveram os homens de Ezequias, rei de Judá. 2A glória de Deus está nas coisas encobertas; mas a honra dos reis, está em descobri-las. 3Os céus, pela altura, e a terra, pela profundidade, assim o coração dos reis é insondável. 4Tira da prata as escórias, e sairá vaso para o fundidor; 5Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça. 6Não te glories na presença do rei, nem te ponhas no lugar dos grandes; 7Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do príncipe que os teus olhos já viram. 8Não te precipites em litigar, para que depois, ao fim, fiques sem ação, quando teu próximo te puser em apuros. 9Pleiteia a tua causa com o teu próximo, e não reveles o problema a outrem, 10Para que não te desonre o que o ouvir, e a tua infâmia não se aparte de ti. 11Como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo. 12Como pendentes de ouro e gargantilhas de ouro fino, assim é o sábio repreensor para o ouvido atento. 13Como o frio da neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam; porque refresca a alma dos seus senhores. 14Como nuvens e ventos que não trazem chuva, assim é o homem que se gaba falsamente de dádivas. 15Pela longanimidade se persuade o príncipe, e a língua branda amolece até os ossos. 16Achaste mel? come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar. 17Não ponhas muito os pés na casa do teu próximo; para que se não enfade de ti, e passe a te odiar. 18Martelo, espada e flecha aguda é o homem que profere falso testemunho contra o seu próximo. 19Como dente quebrado, e pé desconjuntado, é a confiança no desleal, no tempo da angústia. 20O que canta canções para o coração aflito é como aquele que despe a roupa num dia de frio, ou como o vinagre sobre salitre. 21Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe pão para comer; e se tiver sede, dá-lhe água para beber; 22Porque assim lhe amontoarás brasas sobre a cabeça; e o SENHOR to retribuirá. 23O vento norte afugenta a chuva, e a face irada, a língua fingida. 24Melhor é morar só num canto de telhado do que com a mulher briguenta numa casa ampla. 25Como água fresca para a alma cansada, tais são as boas novas vindas da terra distante. 26Como fonte turvada, e manancial poluído, assim é o justo que cede diante do ímpio. 27Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória. 28Como a cidade derrubada, sem muro, assim é o homem que não pode conter o seu espírito.
26 1Como a neve no verão, e como a chuva na sega, assim não fica bem para o tolo a honra. 2Como ao pássaro o vaguear, como à andorinha o voar, assim a maldição sem causa não virá. 3O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos. 4Não respondas ao tolo segundo a sua estultícia; para que também não te faças semelhante a ele. 5Responde ao tolo segundo a sua estultícia, para que não seja sábio aos seus próprios olhos. 6Os pés corta, e o dano sorve, aquele que manda mensagem pela mão dum tolo. 7Como as pernas do coxo, que pendem flácidas, assim é o provérbio na boca dos tolos. 8Como o que arma a funda com pedra preciosa, assim é aquele que concede honra ao tolo. 9Como o espinho que entra na mão do bêbado, assim é o provérbio na boca dos tolos. 10O Poderoso, que formou todas as coisas, paga ao tolo, e recompensa ao transgressor. 11Como o cão torna ao seu vômito, assim o tolo repete a sua estultícia. 12Tens visto o homem que é sábio a seus próprios olhos? Pode-se esperar mais do tolo do que dele. 13Diz o preguiçoso: Um leão está no caminho; um leão está nas ruas. 14Como a porta gira nos seus gonzos, assim o preguiçoso na sua cama. 15O preguiçoso esconde a sua mão ao seio; e cansa-se até de torná-la à sua boca. 16Mais sábio é o preguiçoso a seus próprios olhos do que sete homens que respondem bem. 17O que, passando, se põe em questão alheia, é como aquele que pega um cão pelas orelhas. 18Como o louco que solta faíscas, flechas, e mortandades, 19Assim é o homem que engana o seu próximo, e diz: Fiz isso por brincadeira. 20Sem lenha, o fogo se apagará; e não havendo intrigante, cessará a contenda. 21Como o carvão para as brasas, e a lenha para o fogo, assim é o homem contencioso para acender rixas. 22As palavras do intrigante são como doces bocados; elas descem ao mais íntimo do ventre. 23Como o caco de vaso coberto de escórias de prata, assim são os lábios ardentes com o coração maligno. 24Aquele que odeia dissimula com seus lábios, mas no seu íntimo encobre o engano; 25Quando te suplicar com voz suave não te fies nele, porque abriga sete abominações no seu coração, 26Cujo ódio se encobre com engano, a sua maldade será exposta perante a congregação. 27O que cava uma cova cairá nela; e o que revolve a pedra, esta voltará sobre ele. 28A língua falsa odeia aos que ela fere, e a boca lisonjeira provoca a ruína.