1421Ao Senhor ergo a minha voz e clamo, com a minha voz suplico ao Senhor. 2Derramo perante ele a minha queixa, à sua presença exponho a minha tribulação. 3Quando dentro de mim me esmorece o espírito, conheces a minha vereda. No caminho em que ando, me ocultam armadilha. 4Olha à minha direita e vê, pois não há quem me reconheça, nenhum lugar de refúgio, ninguém que por mim se interesse. 5A ti clamo, Senhor, e digo: tu és o meu refúgio, o meu quinhão na terra dos viventes. 6Atende o meu clamor, pois me vejo muito fraco. Livra-me dos meus perseguidores, porque são mais fortes do que eu. 7Tira a minha alma do cárcere, para que eu dê graças ao teu nome; os justos me rodearão, quando me fizeres esse bem.
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