Respondeu-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu Deus.
πάλιν palin
Aparece 142 vezes no Novo Testamento, em 138 versículos.
Como a ARA traduz
Quantas vezes a ARA usa cada forma para traduzir πάλιν.
Definição do léxico de Strong, em inglês
(adverbially) anew, i.e., (of place) back, (of time) once more, or (conjunctionally) furthermore or on the other hand
- anew, again
- renewal or repetition of the action
- again, anew
- again, i.e., further, moreover
- in turn, on the other hand
Origem: probably from the same as G3823 (through the idea of oscillatory repetition)
Na King James: again
Onde aparece 138 versículos
Texto da ARA; em destaque, o que traduz πάλιν.
Levou-o ainda o diabo a um monte muito alto, mostrou-lhe todos os reinos do mundo e a glória deles
Também ouvistes que foi dito aos antigos: Não jurarás falso, mas cumprirás rigorosamente para com o Senhor os teus juramentos.
O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo.
O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas;
O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie.
Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.
E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus.
Tendo saído outra vez, perto da hora sexta e da nona, procedeu da mesma forma,
Enviou ainda outros servos em maior número; e trataram-nos da mesma sorte.
De novo, entrou Jesus a falar por parábolas, dizendo-lhes:
Enviou ainda outros servos, com esta ordem: Dizei aos convidados: Eis que já preparei o meu banquete; os meus bois e cevados já foram abatidos, e tudo está pronto; vinde para as bodas.
Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade.
E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados.
Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.
E ele negou outra vez, com juramento: Não conheço tal homem.
E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito.
Dias depois, entrou Jesus de novo em Cafarnaum, e logo correu que ele estava em casa.
De novo, saiu Jesus para junto do mar, e toda a multidão vinha ao seu encontro, e ele os ensinava.
De novo, entrou Jesus na sinagoga e estava ali um homem que tinha ressequida uma das mãos.
Então, ele foi para casa. Não obstante, a multidão afluiu de novo, de tal modo que nem podiam comer.
Voltou Jesus a ensinar à beira-mar. E reuniu-se numerosa multidão a ele, de modo que entrou num barco, onde se assentou, afastando-se da praia. E todo o povo estava à beira-mar, na praia.
Tendo Jesus voltado no barco, para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava junto do mar.
De novo, se retirou das terras de Tiro e foi por Sidom até ao mar da Galileia, através do território de Decápolis.
E, deixando-os, tornou a embarcar e foi para o outro lado.
Então, novamente lhe pôs as mãos nos olhos, e ele, passando a ver claramente, ficou restabelecido; e tudo distinguia de modo perfeito.
Levantando-se Jesus, foi dali para o território da Judeia, além do Jordão. E outra vez as multidões se reuniram junto a ele, e, de novo, ele as ensinava, segundo o seu costume.
Em casa, voltaram os discípulos a interrogá-lo sobre este assunto.
Os discípulos estranharam estas palavras; mas Jesus insistiu em dizer-lhes: Filhos, quão difícil é [para os que confiam nas riquezas] entrar no reino de Deus!
Estavam de caminho, subindo para Jerusalém, e Jesus ia adiante dos seus discípulos. Estes se admiravam e o seguiam tomados de apreensões. E Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que lhe deviam sobrevir, dizendo:
Então, regressaram para Jerusalém. E, andando ele pelo templo, vieram ao seu encontro os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos
De novo, lhes enviou outro servo, e eles o esbordoaram na cabeça e o insultaram.
Ainda outro lhes mandou, e a este mataram. Muitos outros lhes enviou, dos quais espancaram uns e mataram outros.
Retirando-se de novo, orou repetindo as mesmas palavras.
Voltando, achou-os outra vez dormindo, porque os seus olhos estavam pesados; e não sabiam o que lhe responder.
Ele, porém, guardou silêncio e nada respondeu. Tornou a interrogá-lo o sumo sacerdote e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus Bendito?
E a criada, vendo-o, tornou a dizer aos circunstantes: Este é um deles.
Mas ele outra vez o negou. E, pouco depois, os que ali estavam disseram a Pedro: Verdadeiramente, és um deles, porque também tu és galileu.
Tornou Pilatos a interrogá-lo: Nada respondes? Vê quantas acusações te fazem!
Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus?
Eles, porém, clamavam: Crucifica-o!
Disse mais: A que compararei o reino de Deus?
Desejando Pilatos soltar a Jesus, insistiu ainda.
No dia seguinte, estava João outra vez na companhia de dois dos seus discípulos
deixou a Judeia, retirando-se outra vez para a Galileia.
Afirmou-lhe Jesus: Quem beber desta água tornará a ter sede;
Dirigiu-se, de novo, a Caná da Galileia, onde da água fizera vinho. Ora, havia um oficial do rei, cujo filho estava doente em Cafarnaum.
Foi este o segundo sinal que fez Jesus, depois de vir da Judeia para a Galileia.
Sabendo, pois, Jesus que estavam para vir com o intuito de arrebatá-lo para o proclamarem rei, retirou-se novamente, sozinho, para o monte.
De madrugada, voltou novamente para o templo, e todo o povo ia ter com ele; e, assentado, os ensinava.