Estes repartiram entre si as ilhas das nações nas suas terras, cada qual segundo a sua língua, segundo as suas famílias, em suas nações.
לָשׁוֹן lāšôn
Aparece 117 vezes no Antigo Testamento, em 115 versículos.
Como a ARA traduz
Quantas vezes a ARA usa cada forma para traduzir לָשׁוֹן.
Definição do léxico de Strong, em inglês
the tongue (of man or animals), used literally (as the instrument of licking, eating, or speech), and figuratively (speech, an ingot, a fork of flame, a cove of water)
- tongue
- tongue (of men)
- tongue (literally)
- tongue (organ of speech)
- language
- tongue (of animals)
- tongue (of fire)
- wedge, bay of sea (tongue-shaped)
- tongue (of men)
Origem: or לָשֹׁן; also (in plural) feminine לְשֹׁנָה; from H3960
Na King James: + babbler, bay, + evil speaker, language, talker, tongue, wedge
Onde aparece 115 versículos
Texto da ARA; em destaque, o que traduz לָשׁוֹן.
São estes os filhos de Cam, segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações.
São estes os filhos de Sem, segundo as suas famílias, segundo as suas línguas, em suas terras, em suas nações.
Então, disse Moisés ao Senhor: Ah! Senhor! Eu nunca fui eloquente, nem outrora, nem depois que falaste a teu servo; pois sou pesado de boca e pesado de língua.
porém contra nenhum dos filhos de Israel, desde os homens até aos animais, nem ainda um cão rosnará, para que saibais que o Senhor fez distinção entre os egípcios e os israelitas.
O Senhor levantará contra ti uma nação de longe, da extremidade da terra virá, como o voo impetuoso da águia, nação cuja língua não entenderás;
Quando vi entre os despojos uma boa capa babilônica, e duzentos siclos de prata, e uma barra de ouro do peso de cinquenta siclos, cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos na terra, no meio da minha tenda, e a prata, por baixo.
Então, Josué e todo o Israel com ele tomaram Acã, filho de Zera, e a prata, e a capa, e a barra de ouro, e seus filhos, e suas filhas, e seus bois, e seus jumentos, e suas ovelhas, e sua tenda, e tudo quanto tinha e levaram-nos ao vale de Acor.
voltou todo o povo em paz ao acampamento a Josué, em Maquedá; não havendo ninguém que movesse a língua contra os filhos de Israel.
Foi o seu limite ao sul, desde a extremidade do mar Salgado, desde a baía que olha para o sul;
O limite, porém, para o oriente será o mar Salgado, até à foz do Jordão; e o limite para o norte será da baía do mar, começando com a embocadura do Jordão,
Depois, passava o limite até ao lado de Bete-Hogla, para o norte, para terminar na baía do mar Salgado, na desembocadura do Jordão, ao sul; este era o limite do sul.
Fez Gideão descer os homens às águas. Então, o Senhor lhe disse: Todo que lamber a água com a língua, como faz o cão, esse porás à parte, como também a todo aquele que se abaixar de joelhos a beber.
O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.
Seus filhos falavam meio asdodita e não sabiam falar judaico, mas a língua de seu respectivo povo.
Então, enviou cartas a todas as províncias do rei, a cada província segundo o seu modo de escrever e a cada povo segundo a sua língua: que cada homem fosse senhor em sua casa, e que se falasse a língua do seu povo.
Chamaram, pois, os secretários do rei, no dia treze do primeiro mês, e, segundo ordenou Hamã, tudo se escreveu aos sátrapas do rei, aos governadores de todas as províncias e aos príncipes de cada povo; a cada província no seu próprio modo de escrever e a cada povo na sua própria língua. Em nome do rei Assuero se escreveu, e com o anel do rei se selou.
Então, foram chamados, sem detença, os secretários do rei, aos vinte e três dias do mês de sivã, que é o terceiro mês. E, segundo tudo quanto ordenou Mordecai, se escreveu um edito para os judeus, para os sátrapas, para os governadores e para os príncipes das províncias que se estendem da Índia à Etiópia, cento e vinte e sete províncias, a cada uma no seu próprio modo de escrever, e a cada povo na sua própria língua; e também aos judeus segundo o seu próprio modo de escrever e a sua própria língua.
Do açoite da língua estarás abrigado e, quando vier a assolação, não a temerás.
Há iniquidade na minha língua? Não pode o meu paladar discernir coisas perniciosas?
Pois a tua iniquidade ensina à tua boca, e tu escolheste a língua dos astutos.
Ainda que o mal lhe seja doce na boca, e ele o esconda debaixo da língua,
Veneno de áspides sorveu; língua de víbora o matará.
nunca os meus lábios falarão injustiça, nem a minha língua pronunciará engano.
a voz dos nobres emudecia, e a sua língua se apegava ao paladar.
Passo agora a falar, em minha boca fala a língua.
Podes tu, com anzol, apanhar o crocodilo ou lhe travar a língua com uma corda?
pois não têm eles sinceridade nos seus lábios; o seu íntimo é todo crimes; a sua garganta é sepulcro aberto, e com a língua lisonjeiam.
A boca, ele a tem cheia de maldição, enganos e opressão; debaixo da língua, insulto e iniquidade.
Corte o Senhor todos os lábios bajuladores, a língua que fala soberbamente,
pois dizem: Com a língua prevaleceremos, os lábios são nossos; quem é senhor sobre nós?
o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho;
Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.
No recôndito da tua presença, tu os esconderás das tramas dos homens, num esconderijo os ocultarás da contenda de línguas.
Refreia a língua do mal e os lábios de falarem dolosamente.
E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia.
A boca do justo profere a sabedoria, e a sua língua fala o que é justo.
Disse comigo mesmo: guardarei os meus caminhos, para não pecar com a língua; porei mordaça à minha boca, enquanto estiver na minha presença o ímpio.
Esbraseou-se-me no peito o coração; enquanto eu meditava, ateou-se o fogo; então, disse eu com a própria língua:
De boas palavras transborda o meu coração. Ao Rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de habilidoso escritor.
Soltas a boca para o mal, e a tua língua trama enganos.
Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça.
A tua língua urde planos de destruição; é qual navalha afiada, ó praticadora de enganos!
Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta!
Destrói, Senhor, e confunde os seus conselhos, porque vejo violência e contenda na cidade.
Acha-se a minha alma entre leões, ávidos de devorar os filhos dos homens; lanças e flechas são os seus dentes, espada afiada, a sua língua.
os quais afiam a língua como espada e apontam, quais flechas, palavras amargas,
Dessarte, serão levados a tropeçar; a própria língua se voltará contra eles; todos os que os veem meneiam a cabeça.
A ele clamei com a boca, com a língua o exaltei.
para que banhes o pé em sangue, e a língua dos teus cães tenha o seu quinhão dos inimigos.